Natalie Portman Brasil
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Alex Garland, diretor de Ex Machina, está dando continuidade ao seu trabalho, após a estreia emocionante e instigante como diretor, com outro filme de ficção científica, mas que vai ser totalmente diferente do seu suspense de inteligência artificial. Annihilation, baseado no romance de Jeff VanderMeer publicado em 2014, não terá um sequer robô ou computador na tela e, possivelmente, nem sequer uma tecnologia moderna.

É um passo em sua inteligente carreira – ele vai se estabelecendo ainda mais como um talento que vale a pena assistir para os fãs de sci-fi – com um projeto que precisará da sua capacidade de realizar um cinema inquietante e assustador. Enquanto isso também (espero) provando que é hábil com uma estética completamente diferente.

Com sucesso percebemos que essa estética será um desafio. O livro de VanderMeer absorveu o leitor nas profundezas de uma terra selvagem abandonada do mundo civilizada há décadas. Conhecida como Área X, se trata de um lugar onde incidentes bizarros ocorrem com as pessoas que viajam em expedições para lá.

A maneira incomum como VanderMeer escreveu o romance é o que o torna tão eficaz e envolvente: Além do nome Área X, não existem outros nomes no livro. Não há nomes próprios, com algumas eventuais exceções. [Como por exemplo a personagem de Natalie: A Bióloga.]

A localização da Área X nunca é especificada, embora pareça um pouco com uma floresta tropical do noroeste pacífico, uma parte dos pântanos da Flórida (a inspiração de VanderMeer para o livro ocorreu em uma caminhada de quatorze milhas através do St. Marks National Wildlife Refuge [reserva selvagem] no norte da Flórida). Nenhuma das quatro mulheres na expedição à Área X são referidas pelo nome, nem os membros da família relembrados na volta a casa. Nós não conhecemos o nome da cidade onde a bióloga mora. Nenhuma vez as ferramentas, alimentos, roupas e outros suprimentos são referidos por nomes próprios. As poucas excepções não são realmente nomes. São apenas palavras descritivas para as coisas encontradas na natureza com uma rara letra maiúscula: Rock Bay (onde a bióloga fez anos de trabalho de campo antes), Old Flopper e Ugly Leaper (as rãs no quintal da casa de infância da bióloga) e os nomes que ela usa para as entidades misteriosas neste lugar estranho: a Torre e o Rastreador.

A ausência de nomes próprios nas páginas de Annihilation, narrado por uma mulher conhecida apenas como A Bióloga, serve para nos transportar para a Área X e também para fazer com que o leitor reflita sobre o que significa ter um nome, ser tratado por um nome e ser humanizado por um nome. A recusa da bióloga em usar nomes neste território selvagem, que é pura natureza, de alguma maneira nos diz algo sobre a sua relação com esse lugar, sobre o que ela sente quando precisa desistir – dos nomes – para fazer o seu trabalho como uma exploradora da Área X e para sobreviver a este lugar misterioso e perigoso, a esta terra natural (ou é sobrenatural?) que transforma, muda e alcança todas as pessoas que se atrevem a entrar.

Natalie, seu marido Benjamin Millepied e o filho do casal, Aleph, foram vistos deixando uma casa de amigos em Silver Lake, Califórnia neste sábado (24.09)! Natalie estava linda com a sua barriguinha, confirmando ainda mais a sua gravidez! Confira as fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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Ontem (23.09), Natalie foi vista caminhando em Beverly Hills, Califórnia. Ela estava muito bonita e vocês podem conferir os candids em HQ na nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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Em 2007, Natalie começou uma relação com o cantor e compositor norte-americano Devendra Banhart, chegando a gravar um clipe para a sua música Carmensita, que você pode conferir clicando aqui. O relacionamento acabou em 2008 e, em entrevista divulgada hoje pelo site El País, o cantor falou palavras muito bonitas sobre Natalie e a relação que parece ter feito muito bem para ambos. Confira abaixo:

Entrevistador: Sendo uma pessoa muito espiritual, eu estava curioso para saber como você se sentiu ao ter um relacionamento com a estrela de Hollywood, Natalie Portman, e tudo que isso implicava. Era como se não se encaixasse com o que você é.

Devendra: Claro que não, esse mundo não corresponde em nada com o que tem valor para mim. Essa relação tinha a ver com a pessoa. E a pessoa era muito, muito, muito inteligente, muito bonita, muito doce, muito sábia e muito responsável. A única coisa que importava para ela era a sua arte e sua obra. E o dinheiro economizado era compartilhado com escolas na África. É que… eu quase começo a chorar, [ele derramou lágrimas]. Sempre me afetou muito e me inspirou tanto… Eu dou-lhe um exemplo, então você vê o quão fantástico é. Em Hollywood, quando alguém é indicado para um grande prêmio, a tradição é mandar presentes. Relógios caros, joias, até mesmo carros. E ela, mesmo antes de eu a conhecer e, provavelmente, até hoje, possui a regra de que, em vez de dar presentes, ela doa esse dinheiro para a caridade. Ela faz isso totalmente de coração, não para ser conhecida. Meu relacionamento tinha a ver com a pessoa, tudo que veio com isso eu não dei atenção, mas não gostei afinal. Foi totalmente surreal e cômico. Quando essa relação terminou, eu não senti que eu tinha perdido o acesso a um mundo incrível. Todo esse universo não me importava afinal.

Nesta segunda-feira (19.09), Natalie retornou para Los Angeles, após passar por Veneza, Toronto e França (onde participou de um casamento). Ela foi flagrada chegando no aeroporto LAX. Ontem (21.09), ela foi vista deixando um prédio de escritórios em Century City. Confira os candids em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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Xavier Dolan não enviará o seu próximo filme, estrelado por Natalie Portman e Jessica Chastain, para o Festival de Cannes para evitar ataques pessoais que se mascaram como crítica de cinema.

Em um post em sua conta no Instagram, o diretor canadense escreveu que The Death and Life of John F. Donovan não estará pronto a tempo para Cannes. Um hiato imprevisto vai agora assumir a conclusão da produção de novembro de 2016 a junho de 2017.

Mas Dolan também escreveu “a cultura do trolling, o bullying e o ódio injustificado não devem ser uma parte inseparável da aventura cinematográfica ou analítica“. Dolan, que trouxe cinco de seus últimos seis filmes para Cannes para uma estreia mundial, tem The Death and Life of John F. Donovan como seu projeto mais cheio de estrelas para se admirar.

Mas o indie, que estrela Kit Harington como um astro da TV americana que possui um relacionamento com um amigo de correspondência [pen-pal] que é exposto por um colunista de fofocas, revela um tratamento duro da mídia que Dolan quer evitar em Cannes.

Uma vez que parece que vivemos em um tempo onde eles (os críticos) são incapazes de serem desassociadas, se trata de um direito de escolher diferentes trajetórias para o seu trabalho, sem necessariamente agir fora da frustração ou represálias“, Dolan escreveu em sua conta no Instagram.

Com The Death and Life of John F. Donovan contornando Cannes, se torna mais provável que o filme tenha sua estreia em Veneza, onde o seu filme Tom at the Farm teve sua estreia mundial em 2013, e depois siga para Telluride e Toronto como launchpads.

Clique aqui para ver o post do diretor no Instagram.

Fonte I Traduzido e adaptado por Laura

Hoje foram anunciados os vencedores dos prêmios oferecidos pelo Toronto International Film Festival 2016 aos melhores filmes, curtas e documentários que foram exibidos no festival. Jackie, que fazia parte do programa Platform, recebeu o prêmio de 25 mil dólares denominado “Platform Prize“, pelo qual o aclamado Moonlight também concorria. Um júri internacional de três pessoas, Brian De Palma, Zhang Ziyi e Mahamat-Saleh Haroun, foi o responsável pela escolha do filme dirigido por Pablo Larraín e protagonizado pela Natalie.

A corrida para o Oscar 2017 começou para Jackie, cinebiografia estrelada por Natalie Portman que recebeu o prêmio de Melhor Roteiro em Veneza para Noah Oppenheim (roterista de The Divergent Series: Allegiant e The Maze Runner). Além disso, o filme dirigido pelo chileno Pablo Larraín (No, nomeado para um Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2013) foi adquirido pela Fox Searchlight para ser distribuído nos Estados Unidos a partir de 9 de dezembro, o momento perfeito para obter uma indicação ao prêmio da Academia.

No México, poderemos vê-lo antes já que o Festival Internacional de Cinema de Los Cabos anunciou que Jackie será apresentado em uma gala estelar em sua quinta edição, que será realizada de 9 a 13 de novembro.

Fonte I Traduzido e adaptado por Laura

Depois de estarem em Toronto, Telluride e Veneza, os críticos de cinema do THR classificaram coletivamente os seus favoritos — de um retrato de um homem negro gay para filmes biográficos de Jackie O. e Barack Obama a um documentário dos [Rolling] Stones que arrasa.

Jackie
VenezaToronto

Extraordinário em sua intimidade e dilacerante em sua tristeza, a estreia do diretor chileno Pablo Larraín em língua inglesa é um retrato cru da icônica primeira-dama Jacqueline Kennedy, cambaleando na esteira da tragédia e, ao mesmo tempo, chamando a coragem necessária para fazer a morte do marido significativa e para garantir a sua própria sobrevivência como algo mais do que uma mulher elegantemente vestida. O filme é alimentado por um desempenho surpreendente de Natalie Portman (que nunca esteve melhor) no personagem título. – D.R.

Fonte I Traduzido e adaptado por Laura

O Festival Internacional de Cinema de Toronto está chegando ao fim, e vocês sabem o que isso significa, fãs de cinema – uma abundância de listicles a seguir.

Quais filmes foram os melhores? Quais foram decepcionantes? Quais filmes foram estrelados por pessoas que continuam ganhando trabalho, mas não sabemos por quê?

Vamos nos concentrar em grandes performances, porque elas tiveram muito o que oferecer no festival deste ano. Como forma de ajudar você a decidir onde colocar os seus dólares quando os filmes do TIFF chegarem a um cinema perto de você, aqui estão os 10 melhores desempenhos que a audiência sortuda do TIFF viu esse ano:

NATALIE PORTMAN — JACKIE

Esta é a mulher, não o ícone, interpretada por Natalie Portman. A história é centrada (mais ou menos) em torno do que aconteceu após o assassinato do Presidente John Kennedy; O filme de Pablo Larraín é provocativo e o desempenho de Portman adequadamente ousado. Talvez isso só precisou de um roteiro inteligente o suficiente e uma atriz inteligente o suficiente, e voilà.

Fonte I Traduzido e adaptado por Laura

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